O EVANGELHO DEVE OCUPAR TODA A NOSSA VIDA
INTRODUÇÃO:
“Portanto, meus irmãos, amados e mui saudosos, minha alegria e coroa, sim, amados, permanecei, deste modo, firmes no Senhor”.
As exortações já haviam sido feitas, todas, por Paulo, para a Igreja de Filipos.
Agora ele estava encerrando sua carta dizendo que os discípulos eram sua alegria e eles eram sua honra (coroa).
Para que isso continuasse a acontecer era necessário que todos permanecessem firmes no Senhor.
Mas algumas exortações de caráter particular tinham que ser ainda colocadas.
“Rogo a Evódia e rogo a Síntique pensem concordemente, no Senhor”.
Duas mulheres estavam pensando de forma a causar divisão no corpo de Cristo e Paulo estava pessoalmente pedindo a elas que entrassem em acordo, que houvesse concessões por parte das duas para que a igreja não sofresse.
Ainda era necessário que houvesse intervenção pessoal de um líder para solucionar a situação.
“A ti, fiel companheiro de jugo, também peço que as auxilies, pois juntas se esforçaram comigo no evangelho, também com Clemente e com os demais cooperadores meus, cujos nomes se encontram no livro da vida”.
Eram pessoas colaboradoras, mas que estavam sendo envolvidas, por estratagema diabólico, em situação de se afastarem.
Fiel companheiro de jugo. Quem é esse? Não se sabe exatamente quem seja esse companheiro de jugo. Pode ser Clemente ou algum pastor da Igreja de Filipo.
Pode ser também o nome grego de uma pessoa: “Suzugos”, que quer dizer: companheiro, consorte, camarada, colega, parceiro.
FINALMENTE, RECOMENDAÇÕES GERAIS:
“Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos”.
Alegria constante, no Senhor, independentemente das circunstâncias.
“Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor”.
Sermos modestos, equilibrados diante de todos (cristãos e não cristãos).
“Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças”.
Ansiedade é um pecado. Não acrescenta nenhum centímetro em nossas vidas, conforme falou Jesus. Ao invés de ficarmos ansiosos devemos usar a arma que Ele nos deu e que abre todas as portas: oração.
“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro,...”.
Falemos sempre e somente a verdade.
“Finalmente, irmãos,..., tudo o que é respeitável,...”.
Sejamos respeitosos e respeitáveis em tudo.
“Finalmente, irmãos,..., tudo o que é justo,...”.
Busquemos sermos justos em todas as nossas atitudes.
“Finalmente, irmãos,..., tudo o que é puro...”.
Santidade e pureza são o que se requer de santos. Somos santos que buscam não pecar.
“Finalmente, irmãos,..., tudo o que é amável,...”.
Em todas as coisas deveremos ser amáveis.
“Finalmente, irmãos,..., tudo o que é de boa fama,...”.
É necessário estarmos envolvidos somente em situações e com pessoas que nos deixem com uma atitude de boa fama.
“Finalmente, irmãos,..., se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento”.
Temos que ocupar todo o nosso pensamento com virtudes e com louvor a Deus. O louvor próprio é egocentrismo.
“Finalmente, irmãos,..., o que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai...”.
É tempo de, simplesmente, não sermos ouvintes da palavra, mas praticantes.
É SEMPRE RECOMENDÁVEL ESTAR ATENTO ÀS NECESSIDADES DO DISCIPULADOR:
“Uma vez mais, renovastes a meu favor o vosso cuidado”.
“Fizestes bem, associando-vos na minha tribulação”.
“No início do evangelho, quando parti da Macedônia, nenhuma igreja se associou comigo no tocante a dar e receber, senão unicamente vós outros; porque até para Tessalônica mandastes não somente uma vez, mas duas, o bastante para as minhas necessidades”.
“Recebi tudo e tenho abundância; estou suprido, desde que Epafrodito me passou às mãos o que me veio de vossa parte como aroma suave, como sacrifício aceitável e aprazível a Deus”.
Paulo cita diversas situações em que foi atendido financeiramente pelos discípulos.
É DO SENHOR QUE DEPENDEMOS EM TUDO:
“Tudo posso Naquele que me fortalece”.
Essa frase é dita no contexto de aflição financeira que Paulo tinha passado em seu ministério.
Ele se fortalece em todas as coisas naquele (Jesus) que pode lhe fortalecer.
Não é na sua própria força.
SENDO ABENÇOADOS:
“E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus”. “E o Deus da paz será convosco”. “E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades. Ora, a nosso Deus e Pai seja a glória pelos séculos dos séculos. Amém!”.
Interessante que Paulo vai intercalando essas expressões em todo o final da sua carta.
Tudo isso está ligado a tudo o que ele recomendou aos seus discípulos.
Fazendo o que foi recomendado viriam a paz e as riquezas do Senhor.
Aps. Osvaldo e Alice Bertoni
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domingo, 16 de janeiro de 2005
domingo, 9 de janeiro de 2005
Carta de Paulo aos Filipenses 8/9
O EVANGELHO NOS FAZ MODELOS PARA OS DISCÍPULOS
INTRODUÇÃO:
“Todos, pois, que somos perfeitos, tenhamos este sentimento; e, se, porventura, pensais d’outro modo, também isto Deus vos esclarecerá”.
Paulo fala de ser perfeito.
Provavelmente muitos de nós ao lermos isso já nos sentimos até desmotivados para continuar, porque não vemos em nós mesmos perfeição nenhuma.
Na verdade o termo grego é “teleios” que significa: levado a seu fim, finalizado; que não carece de nada necessário para estar completo; aquilo que é perfeito; integridade humana e virtude humana consumados, de homens adultos, maduros, maiores idade.
Claro que em Cristo Jesus nós estamos espiritualmente completos, ou seja: perfeitos.
Paulo também fala de termos este sentimento de estarmos perfeitamente completos em Jesus Cristo.
Essa palavra sentimento significa na essência: ter entendimento, ser sábio; ter uma opinião de si mesmo, ser modesto, não permitindo que a opinião que se tem de si mesmo (apesar de correta) exceda os limites da modéstia; ser do mesmo pensamento, isto é: concordar, compartilhar os mesmos pontos de vista, ser harmonioso.
Paulo diz que se pensamos de outra forma diferente dos nossos irmãos é necessário ter o mesmo sentimento.
Fala ainda sobre aqueles que têm dificuldade para ter o mesmo sentimento: Deus dará os esclarecimentos necessários para que isto aconteça.
CADA UM TEM O SEU PRÓPRIO LIMITE:
“Todavia, andemos de acordo com o que já alcançamos”.
Todos devemos entender que cada um está num nível espiritual diferente do que os outros e deve andar segundo aquilo que alcançou.
Eu não devo andar aquém do que eu já alcancei, pois assim estarei agradando o meu Senhor.
Por outro lado, não posso exigir que os outros andem segundo o que eu alcancei.
Mas cada um deve andar segundo o que alcançou no reino do espírito e não deve se conformar em andar em nível aquém do que alcançou.
Isto desagradaria ao seu Senhor.
NÃO DEVEMOS SER IMITADORES DOS QUE NÃO SEGUEM VERDADEIRAMENTE A CRISTO:
“Pois muitos andam entre nós, dos quais, repetidas vezes, eu vos dizia e, agora, vos digo, até chorando, que são inimigos da cruz de Cristo. O destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia, visto que só se preocupam com as coisas terrenas”.
Paulo sempre tem o cuidado de estar alertando a igreja sobre aqueles que andam dentro da igreja e que são inimigos da cruz de Cristo.
Somente se preocupam com o seu ventre, ou seja: com aquilo que lhes dá prazer imediato, com aquilo que buscam, até em nível espiritual, mas imediatistas no querer receber (e somente receber) as bênçãos de Deus. Não querem dar nada, mas somente receber.
A glória deles está na sua infâmia, ou seja: na sua desonra.
Não podemos ver modelo naqueles que somente pensam nas coisas terrenas.
DEVEMOS SER IMITADORES DOS QUE SEGUEM VERDADEIRAMENTE A CRISTO:
“Irmãos, sede imitadores meus e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós”.
Imitador é aquele que imita alguém fazendo as mímicas do imitado.
Vem da palavra grega: “memomai”, de onde surgiu a palavra no português: mímica.
Paulo tinha um procedimento no evangelho que lhe dava autoridade de dizer aos seus discípulos: sede meus imitadores.
Ele ainda dava uma outra recomendação: era necessário também observar aqueles que andavam segundo o modelo que ele demonstrava.
Essa palavra “modelo” tem no grego o significado de: de acordo com; justamente como, exatamente como; na proporção que, na medida que.
Paulo não hesitava em recomendar olharem para os seus discípulos, porque ele sabia com que qualidade ele os havia formado.
Está na hora de nós, a igreja do Senhor Jesus Cristo assumirmos a nossa verdadeira identidade, como filhos de Deus e, assim, dizermos ao mundo: podem nos imitar, pois nós somos imitadores de Cristo.
CONCLUSÃO:
“Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da Sua glória, segundo a eficácia do poder que Ele tem de até subordinar a Si todas as coisas”.
Contrapondo-se àqueles que andavam segundo a sua natureza terrena, Paulo começa a falar das coisas sublimes que nos esperam e que deveriam estar bem presentes em nossa mente e vida, no tempo presente.
Ele fala que nossa pátria está nos céus.
De lá nós aguardamos a volta do Salvador, o Senhor Jesus Cristo.
Paulo fala do que acontecerá na segunda vinda de Jesus: ele transformará o nosso corpo de humilhação para ser igual ao corpo da glória de Jesus.
Paulo fala de algo que ele experimentara e experimentava a cada momento em sua vida: Jesus tinha capacidade de fazer todas as coisas, até em transformar o nosso corpo de humilhação em corpo glorificado, pois ele tinha um poder que era eficaz.
Esse poder de Jesus fazia com que todas as coisas Lhe fossem submetidas.
Ele tinha poder até para transformar algo humilhado em algo glorificado.
Aps. Osvaldo e Alice Bertoni
INTRODUÇÃO:
“Todos, pois, que somos perfeitos, tenhamos este sentimento; e, se, porventura, pensais d’outro modo, também isto Deus vos esclarecerá”.
Paulo fala de ser perfeito.
Provavelmente muitos de nós ao lermos isso já nos sentimos até desmotivados para continuar, porque não vemos em nós mesmos perfeição nenhuma.
Na verdade o termo grego é “teleios” que significa: levado a seu fim, finalizado; que não carece de nada necessário para estar completo; aquilo que é perfeito; integridade humana e virtude humana consumados, de homens adultos, maduros, maiores idade.
Claro que em Cristo Jesus nós estamos espiritualmente completos, ou seja: perfeitos.
Paulo também fala de termos este sentimento de estarmos perfeitamente completos em Jesus Cristo.
Essa palavra sentimento significa na essência: ter entendimento, ser sábio; ter uma opinião de si mesmo, ser modesto, não permitindo que a opinião que se tem de si mesmo (apesar de correta) exceda os limites da modéstia; ser do mesmo pensamento, isto é: concordar, compartilhar os mesmos pontos de vista, ser harmonioso.
Paulo diz que se pensamos de outra forma diferente dos nossos irmãos é necessário ter o mesmo sentimento.
Fala ainda sobre aqueles que têm dificuldade para ter o mesmo sentimento: Deus dará os esclarecimentos necessários para que isto aconteça.
CADA UM TEM O SEU PRÓPRIO LIMITE:
“Todavia, andemos de acordo com o que já alcançamos”.
Todos devemos entender que cada um está num nível espiritual diferente do que os outros e deve andar segundo aquilo que alcançou.
Eu não devo andar aquém do que eu já alcancei, pois assim estarei agradando o meu Senhor.
Por outro lado, não posso exigir que os outros andem segundo o que eu alcancei.
Mas cada um deve andar segundo o que alcançou no reino do espírito e não deve se conformar em andar em nível aquém do que alcançou.
Isto desagradaria ao seu Senhor.
NÃO DEVEMOS SER IMITADORES DOS QUE NÃO SEGUEM VERDADEIRAMENTE A CRISTO:
“Pois muitos andam entre nós, dos quais, repetidas vezes, eu vos dizia e, agora, vos digo, até chorando, que são inimigos da cruz de Cristo. O destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia, visto que só se preocupam com as coisas terrenas”.
Paulo sempre tem o cuidado de estar alertando a igreja sobre aqueles que andam dentro da igreja e que são inimigos da cruz de Cristo.
Somente se preocupam com o seu ventre, ou seja: com aquilo que lhes dá prazer imediato, com aquilo que buscam, até em nível espiritual, mas imediatistas no querer receber (e somente receber) as bênçãos de Deus. Não querem dar nada, mas somente receber.
A glória deles está na sua infâmia, ou seja: na sua desonra.
Não podemos ver modelo naqueles que somente pensam nas coisas terrenas.
DEVEMOS SER IMITADORES DOS QUE SEGUEM VERDADEIRAMENTE A CRISTO:
“Irmãos, sede imitadores meus e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós”.
Imitador é aquele que imita alguém fazendo as mímicas do imitado.
Vem da palavra grega: “memomai”, de onde surgiu a palavra no português: mímica.
Paulo tinha um procedimento no evangelho que lhe dava autoridade de dizer aos seus discípulos: sede meus imitadores.
Ele ainda dava uma outra recomendação: era necessário também observar aqueles que andavam segundo o modelo que ele demonstrava.
Essa palavra “modelo” tem no grego o significado de: de acordo com; justamente como, exatamente como; na proporção que, na medida que.
Paulo não hesitava em recomendar olharem para os seus discípulos, porque ele sabia com que qualidade ele os havia formado.
Está na hora de nós, a igreja do Senhor Jesus Cristo assumirmos a nossa verdadeira identidade, como filhos de Deus e, assim, dizermos ao mundo: podem nos imitar, pois nós somos imitadores de Cristo.
CONCLUSÃO:
“Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da Sua glória, segundo a eficácia do poder que Ele tem de até subordinar a Si todas as coisas”.
Contrapondo-se àqueles que andavam segundo a sua natureza terrena, Paulo começa a falar das coisas sublimes que nos esperam e que deveriam estar bem presentes em nossa mente e vida, no tempo presente.
Ele fala que nossa pátria está nos céus.
De lá nós aguardamos a volta do Salvador, o Senhor Jesus Cristo.
Paulo fala do que acontecerá na segunda vinda de Jesus: ele transformará o nosso corpo de humilhação para ser igual ao corpo da glória de Jesus.
Paulo fala de algo que ele experimentara e experimentava a cada momento em sua vida: Jesus tinha capacidade de fazer todas as coisas, até em transformar o nosso corpo de humilhação em corpo glorificado, pois ele tinha um poder que era eficaz.
Esse poder de Jesus fazia com que todas as coisas Lhe fossem submetidas.
Ele tinha poder até para transformar algo humilhado em algo glorificado.
Aps. Osvaldo e Alice Bertoni
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Série: Carta aos Filipenses
domingo, 2 de janeiro de 2005
Carta de Paulo aos Filipenses 7/9
O EVANGELHO DEVE SER MANTIDO PURO
INTRODUÇÃO:
Paulo trás uma palavra que é de encorajamento à igreja.
Apesar de tudo o que ele já tinha visto e que era necessário corrigir na igreja, ele diz: “quanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos no Senhor”.
Ele sabia que, para a adequada formação do caráter dos discípulos, era necessário ser repetitivo.
“A mim, não me desgosta e é segurança para vós outros que eu escreva as mesmas coisas”.
A palavra traduzida por “não me desgosta” procede de um vocábulo grego que significa: não ser lento, não ser indolente, não andar para trás, não se sentir relutante, não demorar, não hesitar.
A palavra grega traduzida por “é segurança”, significa: firme e aquilo que é de confiança, certo, verdadeiro, apropriado para confirmar.
Tudo isso Paulo estava dizendo para confirmar que era necessário repetir por diversas vezes os ensinamentos já dados.
Porém isso não era para ele, de qualquer forma, desanimador.
Na verdade Paulo lutava para preservar o evangelho puro de toda a interferência maligna que queria macular o evangelho do Senhor Jesus Cristo.
Essa deve ser hoje a nossa posição: lutarmos para preservar a pureza do evangelho.
ACAUTELAR-SE DAQUELES QUE QUEREM TRAZER IMPUREZAS PARA A IGREJA:
Paulo usa de metáforas para ensinar à igreja sobre aquilo que poderia contaminá-la.
Cães: pessoa de mente impura, pessoa impudente, que pensa com sensualidade sempre.
Maus obreiros: de uma natureza perversa, não como deveria ser, no modo de pensar, sentir e agir, baixo, errado, perverso, desagradável, injurioso, pernicioso, destrutivo, venenoso.
Falsa circuncisão: corte, mutilação.
Na verdade o que Paulo estava ensinado à igreja era a necessidade de se sair das ações carnais, pois isso não levava a nada, visto que a igreja deve viver no reino do espírito, para a tomada de posições e decisões.
Isso fica confirmado pelos versículos seguintes: “Porque nós é que somos a circuncisão, nós que adoramos a Deus no espírito, e nos gloriamos em Cristo Jesus, e não confiamos na carne. Bem que eu poderia confiar também na carne. Se qualquer outro pensa que pode confiar na carne, eu ainda mais: circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu, quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na lei, irrepreensível”.
Paulo está dizendo que os atos religiosos não servem para nada.
Circuncisão representava a aliança que Deus havia determinado para que o seu povo fosse reconhecido.
Porém, agora, ele reconhecia que para a manutenção do evangelho de Cristo, as atitudes religiosas para nada serviam.
Era necessário algo mais elevado em direção à Deus.
A SUBLIMIDADE DE CONHECER VERDADEIRAMENTE A CRISTO JESUS:
“Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo e ser achado Nele, não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus, baseada na fé; para O conhecer, e o poder da Sua ressurreição, e a comunhão dos Seus sofrimentos, conformando-me com Ele na sua morte; para, de algum modo, alcançar a ressurreição dentre os mortos”.
O que para Paulo antes significava a essência da sua religião (atos de manifestação em sua carne), agora ele considera tudo isso perda.
O que antes era lucro, agora era perda.
Conhecer a Cristo era uma verdadeira sublimidade.
Sublimidade significa no grego: manter-se sobre, sobressair, elevar-se, destacar-se, estar acima; ser superior em posição, autoridade, poder; exceder, ser superior, melhor que, sobrepujar.
Paulo está nos ensinando que o conhecimento da verdadeira religião, que é Jesus Cristo, é superior a qualquer outra coisa.
Esse conhecimento leva a igreja a manter puro o evangelho de Cristo.
Ter a Cristo é mais do que ter coisas, que ao tê-Lo consideramos como refugo.
Ter a Cristo é ser achado Nele.
Ter a Cristo é não ter justiça própria, pois essa procede da lei.
Ter a Cristo é ter a justiça que procede de Deus e é baseada na fé.
Com essa justiça temos como conhecer o poder da ressurreição de Cristo.
Com essa justiça vamos ter comunhão nos seus sofrimentos
Com essa justiça tenho como tomar a forma de morte que Ele teve, para alcançar o direito de conhecer a ressurreição dentre os mortos.
A SUBLIMIDADE DO CHAMADO, DA VOCAÇÃO:
“Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”.
Essa sublimidade não significa que Paulo já estava vivendo uma vida somente no espírito.
Significava que ele estava caminhando em busca da santidade, da perfeição.
Significava que ele havia sido conquistado por Cristo e queria conquistar outros, como Cristo o fez.
Ele estava totalmente imbuído de manter a pureza do evangelho, que implicava na ordem máxima de Jesus para os conquistados: conquistem outros.
Fazei discípulos, como eu fiz, foi o que disse Jesus.
Paulo dizia que não achava que já havia alcançado a conquista nos níveis que ele esperava.
Para que Paulo pudesse conquistar ele tomou um posicionamento: não vou ficar mais pensando nas coisas passadas.
Não vou mais pensar nos fracassos passados, nas derrotas, nas falências.
Vou para frente.
Esquecendo-se das coisas que para trás haviam ficado, ele avançava para as conquistas que estavam agora diante dele.
Na verdade ele queira um prêmio dado por Jesus: o prêmio do soberano chamamento que Deus havia feito para a sua vida, através de Jesus Cristo.
Aps. Osvaldo e Alice Bertoni
INTRODUÇÃO:
Paulo trás uma palavra que é de encorajamento à igreja.
Apesar de tudo o que ele já tinha visto e que era necessário corrigir na igreja, ele diz: “quanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos no Senhor”.
Ele sabia que, para a adequada formação do caráter dos discípulos, era necessário ser repetitivo.
“A mim, não me desgosta e é segurança para vós outros que eu escreva as mesmas coisas”.
A palavra traduzida por “não me desgosta” procede de um vocábulo grego que significa: não ser lento, não ser indolente, não andar para trás, não se sentir relutante, não demorar, não hesitar.
A palavra grega traduzida por “é segurança”, significa: firme e aquilo que é de confiança, certo, verdadeiro, apropriado para confirmar.
Tudo isso Paulo estava dizendo para confirmar que era necessário repetir por diversas vezes os ensinamentos já dados.
Porém isso não era para ele, de qualquer forma, desanimador.
Na verdade Paulo lutava para preservar o evangelho puro de toda a interferência maligna que queria macular o evangelho do Senhor Jesus Cristo.
Essa deve ser hoje a nossa posição: lutarmos para preservar a pureza do evangelho.
ACAUTELAR-SE DAQUELES QUE QUEREM TRAZER IMPUREZAS PARA A IGREJA:
Paulo usa de metáforas para ensinar à igreja sobre aquilo que poderia contaminá-la.
Cães: pessoa de mente impura, pessoa impudente, que pensa com sensualidade sempre.
Maus obreiros: de uma natureza perversa, não como deveria ser, no modo de pensar, sentir e agir, baixo, errado, perverso, desagradável, injurioso, pernicioso, destrutivo, venenoso.
Falsa circuncisão: corte, mutilação.
Na verdade o que Paulo estava ensinado à igreja era a necessidade de se sair das ações carnais, pois isso não levava a nada, visto que a igreja deve viver no reino do espírito, para a tomada de posições e decisões.
Isso fica confirmado pelos versículos seguintes: “Porque nós é que somos a circuncisão, nós que adoramos a Deus no espírito, e nos gloriamos em Cristo Jesus, e não confiamos na carne. Bem que eu poderia confiar também na carne. Se qualquer outro pensa que pode confiar na carne, eu ainda mais: circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu, quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na lei, irrepreensível”.
Paulo está dizendo que os atos religiosos não servem para nada.
Circuncisão representava a aliança que Deus havia determinado para que o seu povo fosse reconhecido.
Porém, agora, ele reconhecia que para a manutenção do evangelho de Cristo, as atitudes religiosas para nada serviam.
Era necessário algo mais elevado em direção à Deus.
A SUBLIMIDADE DE CONHECER VERDADEIRAMENTE A CRISTO JESUS:
“Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo e ser achado Nele, não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus, baseada na fé; para O conhecer, e o poder da Sua ressurreição, e a comunhão dos Seus sofrimentos, conformando-me com Ele na sua morte; para, de algum modo, alcançar a ressurreição dentre os mortos”.
O que para Paulo antes significava a essência da sua religião (atos de manifestação em sua carne), agora ele considera tudo isso perda.
O que antes era lucro, agora era perda.
Conhecer a Cristo era uma verdadeira sublimidade.
Sublimidade significa no grego: manter-se sobre, sobressair, elevar-se, destacar-se, estar acima; ser superior em posição, autoridade, poder; exceder, ser superior, melhor que, sobrepujar.
Paulo está nos ensinando que o conhecimento da verdadeira religião, que é Jesus Cristo, é superior a qualquer outra coisa.
Esse conhecimento leva a igreja a manter puro o evangelho de Cristo.
Ter a Cristo é mais do que ter coisas, que ao tê-Lo consideramos como refugo.
Ter a Cristo é ser achado Nele.
Ter a Cristo é não ter justiça própria, pois essa procede da lei.
Ter a Cristo é ter a justiça que procede de Deus e é baseada na fé.
Com essa justiça temos como conhecer o poder da ressurreição de Cristo.
Com essa justiça vamos ter comunhão nos seus sofrimentos
Com essa justiça tenho como tomar a forma de morte que Ele teve, para alcançar o direito de conhecer a ressurreição dentre os mortos.
A SUBLIMIDADE DO CHAMADO, DA VOCAÇÃO:
“Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”.
Essa sublimidade não significa que Paulo já estava vivendo uma vida somente no espírito.
Significava que ele estava caminhando em busca da santidade, da perfeição.
Significava que ele havia sido conquistado por Cristo e queria conquistar outros, como Cristo o fez.
Ele estava totalmente imbuído de manter a pureza do evangelho, que implicava na ordem máxima de Jesus para os conquistados: conquistem outros.
Fazei discípulos, como eu fiz, foi o que disse Jesus.
Paulo dizia que não achava que já havia alcançado a conquista nos níveis que ele esperava.
Para que Paulo pudesse conquistar ele tomou um posicionamento: não vou ficar mais pensando nas coisas passadas.
Não vou mais pensar nos fracassos passados, nas derrotas, nas falências.
Vou para frente.
Esquecendo-se das coisas que para trás haviam ficado, ele avançava para as conquistas que estavam agora diante dele.
Na verdade ele queira um prêmio dado por Jesus: o prêmio do soberano chamamento que Deus havia feito para a sua vida, através de Jesus Cristo.
Aps. Osvaldo e Alice Bertoni
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Série: Carta aos Filipenses
domingo, 26 de dezembro de 2004
Carta de Paulo aos Filipenses 6/9
O EVANGELHO RELACIONA OS DISCÍPULOS AO DISCIPULADOR COMO FILHOS AO PAI
INTRODUÇÃO:
Paulo estava passando por momentos muito difíceis na sua vida e ministério.
Ele fala em estar preocupado com a sua situação: “tão logo tenha eu visto a minha situação”.
Ele fala de que estava passando um tempo de lutas: “companheiro de lutas”.
Ele fala da compaixão de Deus para com o seu companheiro de ministério, Epafrodito, mas se inclui nessa compaixão: “Deus, porém, se compadeceu dele e não somente dele, mas também de mim”.
Ele fala, também, de que estava passando por momentos de muitas tristezas, e Deus o preservou de mais tristeza, caso Epafrodito viesse a morrer: “para que eu não tivesse tristeza sobre tristeza”.
A sua tristeza inclui também o fato de estar sabendo dos problemas que os seus filhos, da Igreja de Filipos, estavam passando, que os estava deixando tristes e isso poderia acrescentar mais tristezas, ainda, à sua vida: “vos alegreis, e eu tenha menos tristeza”.
Tudo isso mostra o cuidado paternal que Paulo tinha pelos seus filhos e é demonstrado com algumas atitudes, mesmo quando ele estava passando por grandes lutas.
NA IMPOSSIBILIDADE DE ESTAR PRESENTE, DEVEMOS MANDAR ALGUÉM DE NOSSA CONFIANÇA:
“Espero, porém, no Senhor Jesus, mandar-vos Timóteo, o mais breve possível, a fim de que eu me sinta animado também, tendo conhecimento da vossa situação. Porque a ninguém tenho de igual sentimento que, sinceramente, cuide dos vossos interesses; pois todos eles buscam o que é seu próprio, não o que é de Cristo Jesus. e conheceis o seu caráter provado, pois serviu ao evangelho, junto comigo, como filho ao pai. Este, com efeito, é quem espero enviar, tão logo tenha eu visto a minha situação”.
Timóteo era filho da fé de Paulo e de sua inteira confiança.
Paulo havia entrado em sua vida quando ele era ainda um adolescente e tinha acompanhado o seu crescimento na fé e no ministério.
Para ele Paulo escreveu duas cartas dando muitas orientações de como ele deveria conduzir-se para ser um ministro aprovado: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2Timóteo 2:15).
Agora que estava impossibilitado na prisão para ir ver os cristãos de Filipos, ele resolve mandar Timóteo, assim que possível.
Sua preocupação ainda é maior com os discípulos, porque ele sabe que a ida de Timóteo demorará ainda um pouco.
Resolve, então enviar Epafrodito, pois uma situação de enfermidade de Epafrodito, que era conhecido da Igreja de Filipos, tinha deixado uma preocupação naquela igreja, pois ele quase morreu de enfermidade.
Mas, na verdade, a ida de Epafrodito era para serenizar os corações dos filipenses.
Paulo queria era mandar alguém em quem ele confiava inteiramente, e que tinha a mesma forma de entender e ministrar o evangelho: “Porque a ninguém tenho de igual sentimento que, sinceramente, cuide dos vossos interesses;...”.
O mais importante notar é que Paulo tinha cuidado com os seus discípulos, porque alguns estavam querendo se intrometer na vida da igreja para causar confusões: “Sinceramente, cuide dos vossos interesses; pois todos eles buscam o que é seu próprio, não o que é de Cristo Jesus”.
O INTERESSE DE PAULO ERA ELE MESMO TER CONDIÇÕES DE ATENDER SEUS DISCÍPULOS:
“E estou persuadido no Senhor de que também eu mesmo, brevemente, irei”.
Não podemos e não devemos nunca deixar nossos discípulos para outros cuidarem.
Isso pode ser até por um breve tempo, quando estamos impossibilitados.
Mas, a nossa condição de pais e mães dos discípulos nos leva a amá-los de tal maneira que nunca poderemos pensar em deixá-los aos cuidados de outros.
Os pais são aqueles que sabem realmente como tratar com os filhos.
Eles conhecem todas as carências e necessidades e, assim, saberão como enfocar e tratar cada situação.
Ninguém mais como os pais para conhecerem todas as necessidades de seus filhos.
NINGUÉM É CAPAZ DE NOS SUBSTITUIR INTEIRAMENTE JUNTO AOS NOSSOS DISCÍPULOS:
Paulo estava mostrando claramente que ele poderia por um período deixar seus discípulos aos cuidados de outros, mas, na verdade, ele queria estar ministrando a eles diretamente.
Assim deve ser o nosso comportamento como discipuladores e discípulos.
Podemos, por um certo período estarmos sendo ajudados por outros ministradores, a pedido dos nossos discipuladores.
Podemos, por um certo período estarmos pedindo a outros discipuladores que ajudem nossos discípulos.
Mas o objetivo final é que nós mesmos cuidemos deles e que cada um seja cuidado pelo seu discipulador.
DEVEMOS HONRAR OS QUE ESTIVEREM A PEDIDO DOS NOSSOS DISCIPULADORES CUIDANDO DE NÓS:
“Recebei-o, pois, no Senhor, com toda a alegria, e honrai sempre a homens como esse”.
Os homens que presidem sobre nós e nos discipulam devem, sempre, ser honrados por nós.
Será motivo de alegria para nós, quando o nosso discipulador pedir para que alguém cuide temporariamente de nós e nós honrarmos essa pessoa.
Lembre-se: “Agora, vos rogamos, irmãos, que acateis com apreço os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos admoestam;...” (1Tessalonicenses 5:12). “Devem ser considerados merecedores de dobrados honorários os presbíteros que presidem bem, com especialidade os que se afadigam na palavra e no ensino” (1Timóteo 5:17).
CONCLUSÃO:
Os discípulos devem sempre estar buscando honrar aos seus discipuladores, da mesma forma que os discípulos de Paulo faziam com ele.
Na verdade, cada vez mais devemos estar criando uma relação de pai e filho.
“Para suprir a vossa carência de socorro para comigo”.
Os seus discipuladores também têm carências e você pode ser instrumento de socorro na vida deles.
Deus os abençoe!
Aps. Osvaldo e Alice Bertoni
INTRODUÇÃO:
Paulo estava passando por momentos muito difíceis na sua vida e ministério.
Ele fala em estar preocupado com a sua situação: “tão logo tenha eu visto a minha situação”.
Ele fala de que estava passando um tempo de lutas: “companheiro de lutas”.
Ele fala da compaixão de Deus para com o seu companheiro de ministério, Epafrodito, mas se inclui nessa compaixão: “Deus, porém, se compadeceu dele e não somente dele, mas também de mim”.
Ele fala, também, de que estava passando por momentos de muitas tristezas, e Deus o preservou de mais tristeza, caso Epafrodito viesse a morrer: “para que eu não tivesse tristeza sobre tristeza”.
A sua tristeza inclui também o fato de estar sabendo dos problemas que os seus filhos, da Igreja de Filipos, estavam passando, que os estava deixando tristes e isso poderia acrescentar mais tristezas, ainda, à sua vida: “vos alegreis, e eu tenha menos tristeza”.
Tudo isso mostra o cuidado paternal que Paulo tinha pelos seus filhos e é demonstrado com algumas atitudes, mesmo quando ele estava passando por grandes lutas.
NA IMPOSSIBILIDADE DE ESTAR PRESENTE, DEVEMOS MANDAR ALGUÉM DE NOSSA CONFIANÇA:
“Espero, porém, no Senhor Jesus, mandar-vos Timóteo, o mais breve possível, a fim de que eu me sinta animado também, tendo conhecimento da vossa situação. Porque a ninguém tenho de igual sentimento que, sinceramente, cuide dos vossos interesses; pois todos eles buscam o que é seu próprio, não o que é de Cristo Jesus. e conheceis o seu caráter provado, pois serviu ao evangelho, junto comigo, como filho ao pai. Este, com efeito, é quem espero enviar, tão logo tenha eu visto a minha situação”.
Timóteo era filho da fé de Paulo e de sua inteira confiança.
Paulo havia entrado em sua vida quando ele era ainda um adolescente e tinha acompanhado o seu crescimento na fé e no ministério.
Para ele Paulo escreveu duas cartas dando muitas orientações de como ele deveria conduzir-se para ser um ministro aprovado: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2Timóteo 2:15).
Agora que estava impossibilitado na prisão para ir ver os cristãos de Filipos, ele resolve mandar Timóteo, assim que possível.
Sua preocupação ainda é maior com os discípulos, porque ele sabe que a ida de Timóteo demorará ainda um pouco.
Resolve, então enviar Epafrodito, pois uma situação de enfermidade de Epafrodito, que era conhecido da Igreja de Filipos, tinha deixado uma preocupação naquela igreja, pois ele quase morreu de enfermidade.
Mas, na verdade, a ida de Epafrodito era para serenizar os corações dos filipenses.
Paulo queria era mandar alguém em quem ele confiava inteiramente, e que tinha a mesma forma de entender e ministrar o evangelho: “Porque a ninguém tenho de igual sentimento que, sinceramente, cuide dos vossos interesses;...”.
O mais importante notar é que Paulo tinha cuidado com os seus discípulos, porque alguns estavam querendo se intrometer na vida da igreja para causar confusões: “Sinceramente, cuide dos vossos interesses; pois todos eles buscam o que é seu próprio, não o que é de Cristo Jesus”.
O INTERESSE DE PAULO ERA ELE MESMO TER CONDIÇÕES DE ATENDER SEUS DISCÍPULOS:
“E estou persuadido no Senhor de que também eu mesmo, brevemente, irei”.
Não podemos e não devemos nunca deixar nossos discípulos para outros cuidarem.
Isso pode ser até por um breve tempo, quando estamos impossibilitados.
Mas, a nossa condição de pais e mães dos discípulos nos leva a amá-los de tal maneira que nunca poderemos pensar em deixá-los aos cuidados de outros.
Os pais são aqueles que sabem realmente como tratar com os filhos.
Eles conhecem todas as carências e necessidades e, assim, saberão como enfocar e tratar cada situação.
Ninguém mais como os pais para conhecerem todas as necessidades de seus filhos.
NINGUÉM É CAPAZ DE NOS SUBSTITUIR INTEIRAMENTE JUNTO AOS NOSSOS DISCÍPULOS:
Paulo estava mostrando claramente que ele poderia por um período deixar seus discípulos aos cuidados de outros, mas, na verdade, ele queria estar ministrando a eles diretamente.
Assim deve ser o nosso comportamento como discipuladores e discípulos.
Podemos, por um certo período estarmos sendo ajudados por outros ministradores, a pedido dos nossos discipuladores.
Podemos, por um certo período estarmos pedindo a outros discipuladores que ajudem nossos discípulos.
Mas o objetivo final é que nós mesmos cuidemos deles e que cada um seja cuidado pelo seu discipulador.
DEVEMOS HONRAR OS QUE ESTIVEREM A PEDIDO DOS NOSSOS DISCIPULADORES CUIDANDO DE NÓS:
“Recebei-o, pois, no Senhor, com toda a alegria, e honrai sempre a homens como esse”.
Os homens que presidem sobre nós e nos discipulam devem, sempre, ser honrados por nós.
Será motivo de alegria para nós, quando o nosso discipulador pedir para que alguém cuide temporariamente de nós e nós honrarmos essa pessoa.
Lembre-se: “Agora, vos rogamos, irmãos, que acateis com apreço os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos admoestam;...” (1Tessalonicenses 5:12). “Devem ser considerados merecedores de dobrados honorários os presbíteros que presidem bem, com especialidade os que se afadigam na palavra e no ensino” (1Timóteo 5:17).
CONCLUSÃO:
Os discípulos devem sempre estar buscando honrar aos seus discipuladores, da mesma forma que os discípulos de Paulo faziam com ele.
Na verdade, cada vez mais devemos estar criando uma relação de pai e filho.
“Para suprir a vossa carência de socorro para comigo”.
Os seus discipuladores também têm carências e você pode ser instrumento de socorro na vida deles.
Deus os abençoe!
Aps. Osvaldo e Alice Bertoni
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Ministrações,
Série: Carta aos Filipenses
domingo, 19 de dezembro de 2004
Carta de Paulo aos Filipenses 5/9
O EVANGELHO NÃO É PESO, MAS GLÓRIA!
INTRODUÇÃO:
Paulo afirmava que a Igreja de Filipos era uma igreja obediente.
Não era composta de pessoas que tinham procedimentos diferentes quanto ele estava presente e quando não estava presente.
Porém alguma coisa o estava preocupando no que diz respeito a essa Igreja, porque ele se viu obrigado a dizer que eles deveriam desenvolver a salvação.
DESENVOLVEI A VOSSA SALVAÇÃO COM TEMOR E TREMOR:
Para desenvolver a igreja precisaria estar disposta a realizar, executar, conquistar.
Deveria resolver fazer aquilo do qual alguma coisa resulta.
Deveria produzir algo que resultasse em desenvolvimento e não paralisação.
Deveria estar apta para modelar, isto é: tornar alguém próprio para algo.
O novo nascimento já havia sido providenciado, porém a salvação (que quer dizer a saúde e maturidade) deveria ser desenvolvida.
Isto não se fazia com contemplação, mas com atitudes visíveis que levariam a esse desenvolvimento.
Os discípulos de Filipos deveriam fazer isso com muita seriedade, ou seja:
- Temor: reverência a Deus.
- Tremor: tremendo, como alguém que faz o melhor que pode para cumprir seu dever.
DEUS É QUEM EFETUA TANTO O QUERER COMO O REALIZAR:
Efetuar é ser eficaz, é atuar, é produzir ou mostrar poder.
É também exibir a atividade de alguém.
Paulo está dizendo que é Deus quem efetua.
Mas isso para aqueles que estão buscando desenvolver a sua salvação.
A palavra diz que Deus efetua tanto o querer como o realizar.
Se não quisermos, se não estivermos dispostos a ter a nossa salvação desenvolvida nós não vamos querer realizar nada.
Não vamos ter em mente nem pretender querer.
Não vamos gostar muito de fazer, nem ter prazer nem satisfação.
Quanto ao realizar fala o texto de algo eficaz, que produz ou mostra poder.
A nossa salvação desenvolvida realizará obras do sobrenatural de Deus.
Mostrará o poder de Deus através de nós.
FAZER AS COISAS SEGUNDO O PADRÃO DE DEUS:
O mundo está esperando algo de cada um de nós.
Certamente o desenvolvimento da nossa salvação implicará em atitudes que sejam testemunhos vivos diante das outras pessoas.
A boa vontade de Deus se manifestará quando Ele vir a intenção do nosso coração de seguirmos o Seu padrão.
O padrão de Deus implica em fazermos todas as coisas sem murmuração e sem contenda.
O padrão de Deus implica em sermos irrepreensíveis no que estamos fazendo e sendo.
Irrepreensível, ou seja: que não merece censura, livre de falta ou defeito.
Há uma palavra no grego que fala de se ser perfeito, sem mancha, livre de imperfeições, referindo-se especialmente ao caráter.
Há outra palavra no grego que significa que sobre a nossa vida ninguém ficou contra ou fez acusação, implicando não em declaração de inocência, mas em que nenhuma acusação foi feita.
Há outra palavra ainda que significa irrepreensível, designando alguém que não tem nada sobre o qual um adversário pode agarrar-se para fazer uma acusação.
Sinceros, ou seja: não misturado, mostrando-se puro como em vinhos ou metais.
Sinceros de mente, sem um misto de maldade.
Livre de malícia comportando-se como uma pessoa inocente e simples.
Fala, ainda, de uma pessoa inculpável.
O inculpável é aquele que não pode ser censurado, pois é inocente.
É alguém de que a gente não se envergonha, acha falta em ou escarnece.
O QUE SE ESPERA DE NÓS:
Estamos no processo de desenvolver a nossa salvação com temor e tremor.
Mas a Palavra espera que algumas atitudes nós não podemos mais assumir e ter.
Deus espera que nós sejamos luzeiros, ou seja: aquilo que fornece luz. Uma luminária como são as estrelas, o sol e a lua.
Uma luz que permaneça com o seu brilho.
Uma forma arcaica dessa palavra no grego significa: brilhar ou tornar manifesto, especialmente por emitir raios.
A nossa luz deve emitir raios para atrair outras pessoas.
A Palavra de Deus faz algumas metáforas quanto à Deus:
- Deus é luz porque a luz tem qualidade de ser extremamente delicada, sutil, pura e brilhante.
- Devemos ser luz porque se fala da verdade e do conhecimento, junto com a pureza espiritual que devemos ter dele.
CONCLUSÃO:
Paulo conclui com algo tremendo para as nossas vidas.
Ele quer se congratular conosco pelas vitórias recebidas, quando desenvolvemos a nossa salvação com temor e tremor.
Congratular significa: alegrar-se com, compartilhar da alegria de alguém.
Regozijar-se, estar contente, ficar extremamente alegre.
Isso será manifesto em nossas vidas quando estivermos buscando de formar real e comprometida desenvolver a nossa salvação com temor e tremor.
Com todas essas coisas tenhamos em mente que o evangelho não é peso em nossa vida.
Assim como uma criança não sente peso para crescer, nós devemos estar crescendo em nossa salvação não sentindo peso, mas sabedores de que a glória de Deus está em nossas vidas.
Os mandamentos do Senhor não são penosos: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos,...” (1João 5:3).
Fazer discípulos não é penoso, porque essa ordem foi um dos mandamentos de Deus para nós.
Vamos desenvolver nossa salvação com o peso sim, mas da glória de Deus sobre as nossas vidas, e nunca o peso de satanás para nos roubar a alegria de estarmos firmes nas promessas de nosso Deus.
Aps. Osvaldo e Alice Bertoni
INTRODUÇÃO:
Paulo afirmava que a Igreja de Filipos era uma igreja obediente.
Não era composta de pessoas que tinham procedimentos diferentes quanto ele estava presente e quando não estava presente.
Porém alguma coisa o estava preocupando no que diz respeito a essa Igreja, porque ele se viu obrigado a dizer que eles deveriam desenvolver a salvação.
DESENVOLVEI A VOSSA SALVAÇÃO COM TEMOR E TREMOR:
Para desenvolver a igreja precisaria estar disposta a realizar, executar, conquistar.
Deveria resolver fazer aquilo do qual alguma coisa resulta.
Deveria produzir algo que resultasse em desenvolvimento e não paralisação.
Deveria estar apta para modelar, isto é: tornar alguém próprio para algo.
O novo nascimento já havia sido providenciado, porém a salvação (que quer dizer a saúde e maturidade) deveria ser desenvolvida.
Isto não se fazia com contemplação, mas com atitudes visíveis que levariam a esse desenvolvimento.
Os discípulos de Filipos deveriam fazer isso com muita seriedade, ou seja:
- Temor: reverência a Deus.
- Tremor: tremendo, como alguém que faz o melhor que pode para cumprir seu dever.
DEUS É QUEM EFETUA TANTO O QUERER COMO O REALIZAR:
Efetuar é ser eficaz, é atuar, é produzir ou mostrar poder.
É também exibir a atividade de alguém.
Paulo está dizendo que é Deus quem efetua.
Mas isso para aqueles que estão buscando desenvolver a sua salvação.
A palavra diz que Deus efetua tanto o querer como o realizar.
Se não quisermos, se não estivermos dispostos a ter a nossa salvação desenvolvida nós não vamos querer realizar nada.
Não vamos ter em mente nem pretender querer.
Não vamos gostar muito de fazer, nem ter prazer nem satisfação.
Quanto ao realizar fala o texto de algo eficaz, que produz ou mostra poder.
A nossa salvação desenvolvida realizará obras do sobrenatural de Deus.
Mostrará o poder de Deus através de nós.
FAZER AS COISAS SEGUNDO O PADRÃO DE DEUS:
O mundo está esperando algo de cada um de nós.
Certamente o desenvolvimento da nossa salvação implicará em atitudes que sejam testemunhos vivos diante das outras pessoas.
A boa vontade de Deus se manifestará quando Ele vir a intenção do nosso coração de seguirmos o Seu padrão.
O padrão de Deus implica em fazermos todas as coisas sem murmuração e sem contenda.
O padrão de Deus implica em sermos irrepreensíveis no que estamos fazendo e sendo.
Irrepreensível, ou seja: que não merece censura, livre de falta ou defeito.
Há uma palavra no grego que fala de se ser perfeito, sem mancha, livre de imperfeições, referindo-se especialmente ao caráter.
Há outra palavra no grego que significa que sobre a nossa vida ninguém ficou contra ou fez acusação, implicando não em declaração de inocência, mas em que nenhuma acusação foi feita.
Há outra palavra ainda que significa irrepreensível, designando alguém que não tem nada sobre o qual um adversário pode agarrar-se para fazer uma acusação.
Sinceros, ou seja: não misturado, mostrando-se puro como em vinhos ou metais.
Sinceros de mente, sem um misto de maldade.
Livre de malícia comportando-se como uma pessoa inocente e simples.
Fala, ainda, de uma pessoa inculpável.
O inculpável é aquele que não pode ser censurado, pois é inocente.
É alguém de que a gente não se envergonha, acha falta em ou escarnece.
O QUE SE ESPERA DE NÓS:
Estamos no processo de desenvolver a nossa salvação com temor e tremor.
Mas a Palavra espera que algumas atitudes nós não podemos mais assumir e ter.
Deus espera que nós sejamos luzeiros, ou seja: aquilo que fornece luz. Uma luminária como são as estrelas, o sol e a lua.
Uma luz que permaneça com o seu brilho.
Uma forma arcaica dessa palavra no grego significa: brilhar ou tornar manifesto, especialmente por emitir raios.
A nossa luz deve emitir raios para atrair outras pessoas.
A Palavra de Deus faz algumas metáforas quanto à Deus:
- Deus é luz porque a luz tem qualidade de ser extremamente delicada, sutil, pura e brilhante.
- Devemos ser luz porque se fala da verdade e do conhecimento, junto com a pureza espiritual que devemos ter dele.
CONCLUSÃO:
Paulo conclui com algo tremendo para as nossas vidas.
Ele quer se congratular conosco pelas vitórias recebidas, quando desenvolvemos a nossa salvação com temor e tremor.
Congratular significa: alegrar-se com, compartilhar da alegria de alguém.
Regozijar-se, estar contente, ficar extremamente alegre.
Isso será manifesto em nossas vidas quando estivermos buscando de formar real e comprometida desenvolver a nossa salvação com temor e tremor.
Com todas essas coisas tenhamos em mente que o evangelho não é peso em nossa vida.
Assim como uma criança não sente peso para crescer, nós devemos estar crescendo em nossa salvação não sentindo peso, mas sabedores de que a glória de Deus está em nossas vidas.
Os mandamentos do Senhor não são penosos: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos,...” (1João 5:3).
Fazer discípulos não é penoso, porque essa ordem foi um dos mandamentos de Deus para nós.
Vamos desenvolver nossa salvação com o peso sim, mas da glória de Deus sobre as nossas vidas, e nunca o peso de satanás para nos roubar a alegria de estarmos firmes nas promessas de nosso Deus.
Aps. Osvaldo e Alice Bertoni
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Série: Carta aos Filipenses
domingo, 12 de dezembro de 2004
Carta de Paulo aos Filipenses 4/9
O EVANGELHO DE UNIDADE EXIGE CONSIDERAR OS OUTROS SUPERIORES A NÓS MESMOS
INTRODUÇÃO:
Paulo ensina algumas premisssas para aqueles que aceitam.
Claro que não era com toda a igreja, mas alguns precisavam ser fortemente exortados e procederem corretamente.
EXORTAÇÃO EM CRISTO:
Exortação em Cristo significa: convocação, aproximação, espera para ajuda, súplica, solicitação, exortação, admoestação, encorajamento, consolação, conforto, instrutivo, repreensivo.
Exortar em Cristo, em suma significa: amar as pessoas levando-as a trabalhar para o Senhor.
CONSOLAÇÃO DE AMOR:
Consolação de amor significa um discurso persuasivo que leve o cristão a amar através de ações.
Significa uma consolação tão cheia de amor que estimule as pessoas a fazerem a obra do Senhor.
COMUNHÃO DO ESPÍRITO:
Comunhão do espírito significa: comunidade, comunhão, participação conjunta, relação de comunhão, relação de intimidade, oferta dada por todos, coleta, contribuição, que demonstra compromisso e prova de comunhão.
Significa a fraternidade exalada de tal modo que leve todos a se ofertarem pela ação do Espírito Santo de Deus.
ENTRANHADOS AFETOS:
Entranhados afetos significa: aquilo que está nas entranhas (intestinos, coração, pulmão, fígado, etc.). As entranhas são consideradas como a “sede das paixões mais extremas”. No texto significa: coração no qual reside a misericórdia.
Algo muito profundo e difícil de ser tirado.
ENTRANHADAS MISERICÓRDIAS:
Entranhas nas quais a compaixão reside, um coração de compaixão, emoções, desejos, manifestações de piedade; sentir compaixão da miséria de outro, especialmente da compaixão que se manifesta em ato, não tanto em palavra. Ambas as palavras denotam simpatia, sentimento fraterno diante da miséria.
É esse o sentimento que se espera de um irmão em Cristo para outro irmão em Cristo.
COMPLETAI A MINHA ALEGRIA:
Havia felicidade em Paulo, quando ele olhava para os cristãos de Filipo.
Porém algumas coisas não andavam bem e ele precisava ensiná-los a proceder de forma correta. Era necessário discipulá-los.
PENSEIS A MESMA COISA:
Era necessário pensar de maneira uniforme.
O verbo no grego dá idéia de ter uma opinião de si mesmo, pensar a respeito de si, ser modesto, não permitir que a opinião que se tem de si mesmo (apesar de correta) exceda os limites da modéstia, pensar ou refletir sobre a própria opinião, concordar, compartilhar os mesmos pontos de vista, ser harmonioso.
TENHAIS O MESMO AMOR:
Ter: (controlar) possessão da mente (refere-se a agitação, emoção, etc.); segurar com firmeza; envolver; julgar-se ou achar-se o fulano-de-tal, estar em certa situação, estar estreitamente unido a uma pessoa ou uma coisa.
No grego é ágape: amor fraterno, de irmão, afeição, boa vontade, amor, benevolência, banquetes de amor.
SEJAIS UNIDOS DE ALMA:
Ter uma mente, ser um em espírito. Esta palavra é formada de duas outras, "sun" (junto com) e "psuchos" (alma, ego, vida interior, ou sede dos sentimentos, desejos, afeições). Significa "estar unido no espírito" ou "estar em harmonia". Paulo deseja que os filipenses estejam unidos em suas afeições, tendo em cristo um só para todos os desejos.
Se Paulo falava isso para a igreja, hoje o Espírito diz a mesma coisa para nós, Igreja Águas.
TENHAM O MESMO SENTIMENTO:
Interessante que Paulo acaba por se expressar duas vezes sobre a mesma coisa.
Então aquela igreja precisava muito disso. Ela já havia falado: “penseis a mesma coisa”. Agora ele fala: “tenham o mesmo sentimento”.
ter entendimento, ser sábio, sentir, pensar, ter uma opinião de si mesmo, pensar a respeito de si, ser modesto, não permitir que a opinião que se tem de si mesmo (apesar de correta) exceda os limites da modéstia, pensar ou refletir sobre a própria opinião, ser do mesmo pensamento, i.e.: concordar, compartilhar os mesmos pontos de vista, ser harmonioso.
NADA FAZENDO POR PARTIDARISMO:
Propaganda eleitoral ou intriga por um ofício, aparentemente, no Novo Testamento uma distinção requerida, um desejo de colocar-se acima, um espírito partidário e faccioso que não desdenha a astúcia, partidarismo, sectarismo.
É o que tem se chamado de: política eclesiástica. Pessoas que fazem política suja na igreja para manter posições humanas dentro do ministério.
Na igreja celular temos que cuidar que não haja competição. A vitória de um líder é de todas e a vitória de todos pertence a cada líder.
NADA FAZENDO POR VANGLÓRIA:
Glória vã, sem fundamento; auto-estima ou amor-próprio vazios, opinião vã, erro.
Somente fazemos o que Deus nos permite e nos ensina fazer.
FAÇAM TUDO POR HUMILDADE:
Ter uma opinião humilde de si mesmo; senso profundo de insignificância (moral); modéstia, humildade, submissão de mente.
Quantos são aqueles hoje que mantém uma falsa humildade dentro do Corpo de Cristo, principalmente quando têm uma forma de agir quando em contacto com o corpo e outra quando ausente.
Santidade a gente manifesta quando se está sozinho.
CONSIDEREM OS OUTROS SUPERIORES A SI MESMOS:
Olhar, observar, contemplar, marcar, fixar os olhos em alguém, dirigir a atenção para alguém, olhar para, prestar atenção em si mesmo.
Quando olhamos sinceramente para nós, vemos quanto o nosso irmão é melhor em todas as suas coisas, inclusive na santidade.
NÃO TENHAM AS SUAS COISAS COMO AS ÚNICAS IMPORTANTES, MAS TAMBÉM A DOS OUTROS:
Hoje sofremos uma crise que eu chamo de crise do egocentrismo.
Até nas coisas ruins nós queremos ter a primazia.
Achamos que somente o que acontece conosco é importante e merece a atenção e o cuidado de todos.
Sabem irmãos, está na hora de ficarmos olhando para o nosso próprio umbigo e tendo tanta compaixão dele próprio e passarmos a olhar para aquilo que na verdade interessa.
O nosso umbigo somente teve uma função e essa já cessou quando nascemos. De lá para cá é somente uma cicatriz, que para nada serve.
OBJETIVO: TER O MESMO SENTIMENTO DE CRISTO:
Era Deus, mas não argumentou com isso.
Antes ele se esvaziou, e nesse esvaziamento tomou algumas formas, para ser o nosso exemplo:
SEMELHANÇA DE HOMENS:
Alguns estão tão cheios de si mesmos que resolveram proceder com altivez e julgamento, considerando-se um “deus”.
O procedimento correto é: você é homem ou mulher, sujeitos a fraquezas e deve entender que os outros também são homens e mulheres, e compreendê-los em suas fragilidades.
Você não é um “deus” ou um deusinho.
Jesus era Deus e não levou isso em consideração no seu procedimento humano.
RECONHECIDO EM FIGURA HUMANA:
Reconheça-se como um ser humano e procure proceder de modo a ser reconhecido como alguém humano.
Não pense que os outros vão olhar para você e achar que viram um “super-homem”. Esse “super-homem” somente existe na fantasia.
Mostre-se inteiramente com a sua fragilidade e sua força humanas, procurando ser aquilo que você realmente é e também procurando em tudo melhorar.
SE HUMILHOU A SI MESMO:
Tornar baixo, rebaixar, ser categorizado abaixo de outros que são honrados ou recompensados, humilhar-se ou rebaixar-se por uma vida humilde, comportar-se de um modo modesto e destituído de toda arrogância.
Quando olhamos para o que muitas vezes fazemos e da forma pela qual nos comportamos, para nos mostrarmos melhores do que os outros, muitas vezes nos tornamos ridículos.
Este não foi o padrão de Jesus Cristo.
TORNOU-SE OBEDIENTE:
Obediente é aquele que escuta.
Penso que hoje seja uma grande crise existencial na Igreja Águas.
As pessoas dizem que são obedientes, mas não escutam os seus líderes.
Aliás, dizem que escutam, mas na verdade fazem somente aquilo que lhes dá vontade de fazer e, na maioria das vezes, nem falam com os seus líderes, para que eles orem por suas vidas e a bênção completa venha sobre todos.
PELO QUE TAMBÉM DEUS O EXALTOU SOBREMANEIRA:
As outras qualidades que o texto fala sobre Jesus são exclusivas Dele (ter o nome acima de todos os nomes e toda língua confessará o nome de Jesus).
Mas nós, se nos humilharmos e procedermos corretamente, seremos exaltados por Deus.
Aps. Osvaldo e Alice Bertoni
INTRODUÇÃO:
Paulo ensina algumas premisssas para aqueles que aceitam.
Claro que não era com toda a igreja, mas alguns precisavam ser fortemente exortados e procederem corretamente.
EXORTAÇÃO EM CRISTO:
Exortação em Cristo significa: convocação, aproximação, espera para ajuda, súplica, solicitação, exortação, admoestação, encorajamento, consolação, conforto, instrutivo, repreensivo.
Exortar em Cristo, em suma significa: amar as pessoas levando-as a trabalhar para o Senhor.
CONSOLAÇÃO DE AMOR:
Consolação de amor significa um discurso persuasivo que leve o cristão a amar através de ações.
Significa uma consolação tão cheia de amor que estimule as pessoas a fazerem a obra do Senhor.
COMUNHÃO DO ESPÍRITO:
Comunhão do espírito significa: comunidade, comunhão, participação conjunta, relação de comunhão, relação de intimidade, oferta dada por todos, coleta, contribuição, que demonstra compromisso e prova de comunhão.
Significa a fraternidade exalada de tal modo que leve todos a se ofertarem pela ação do Espírito Santo de Deus.
ENTRANHADOS AFETOS:
Entranhados afetos significa: aquilo que está nas entranhas (intestinos, coração, pulmão, fígado, etc.). As entranhas são consideradas como a “sede das paixões mais extremas”. No texto significa: coração no qual reside a misericórdia.
Algo muito profundo e difícil de ser tirado.
ENTRANHADAS MISERICÓRDIAS:
Entranhas nas quais a compaixão reside, um coração de compaixão, emoções, desejos, manifestações de piedade; sentir compaixão da miséria de outro, especialmente da compaixão que se manifesta em ato, não tanto em palavra. Ambas as palavras denotam simpatia, sentimento fraterno diante da miséria.
É esse o sentimento que se espera de um irmão em Cristo para outro irmão em Cristo.
COMPLETAI A MINHA ALEGRIA:
Havia felicidade em Paulo, quando ele olhava para os cristãos de Filipo.
Porém algumas coisas não andavam bem e ele precisava ensiná-los a proceder de forma correta. Era necessário discipulá-los.
PENSEIS A MESMA COISA:
Era necessário pensar de maneira uniforme.
O verbo no grego dá idéia de ter uma opinião de si mesmo, pensar a respeito de si, ser modesto, não permitir que a opinião que se tem de si mesmo (apesar de correta) exceda os limites da modéstia, pensar ou refletir sobre a própria opinião, concordar, compartilhar os mesmos pontos de vista, ser harmonioso.
TENHAIS O MESMO AMOR:
Ter: (controlar) possessão da mente (refere-se a agitação, emoção, etc.); segurar com firmeza; envolver; julgar-se ou achar-se o fulano-de-tal, estar em certa situação, estar estreitamente unido a uma pessoa ou uma coisa.
No grego é ágape: amor fraterno, de irmão, afeição, boa vontade, amor, benevolência, banquetes de amor.
SEJAIS UNIDOS DE ALMA:
Ter uma mente, ser um em espírito. Esta palavra é formada de duas outras, "sun" (junto com) e "psuchos" (alma, ego, vida interior, ou sede dos sentimentos, desejos, afeições). Significa "estar unido no espírito" ou "estar em harmonia". Paulo deseja que os filipenses estejam unidos em suas afeições, tendo em cristo um só para todos os desejos.
Se Paulo falava isso para a igreja, hoje o Espírito diz a mesma coisa para nós, Igreja Águas.
TENHAM O MESMO SENTIMENTO:
Interessante que Paulo acaba por se expressar duas vezes sobre a mesma coisa.
Então aquela igreja precisava muito disso. Ela já havia falado: “penseis a mesma coisa”. Agora ele fala: “tenham o mesmo sentimento”.
ter entendimento, ser sábio, sentir, pensar, ter uma opinião de si mesmo, pensar a respeito de si, ser modesto, não permitir que a opinião que se tem de si mesmo (apesar de correta) exceda os limites da modéstia, pensar ou refletir sobre a própria opinião, ser do mesmo pensamento, i.e.: concordar, compartilhar os mesmos pontos de vista, ser harmonioso.
NADA FAZENDO POR PARTIDARISMO:
Propaganda eleitoral ou intriga por um ofício, aparentemente, no Novo Testamento uma distinção requerida, um desejo de colocar-se acima, um espírito partidário e faccioso que não desdenha a astúcia, partidarismo, sectarismo.
É o que tem se chamado de: política eclesiástica. Pessoas que fazem política suja na igreja para manter posições humanas dentro do ministério.
Na igreja celular temos que cuidar que não haja competição. A vitória de um líder é de todas e a vitória de todos pertence a cada líder.
NADA FAZENDO POR VANGLÓRIA:
Glória vã, sem fundamento; auto-estima ou amor-próprio vazios, opinião vã, erro.
Somente fazemos o que Deus nos permite e nos ensina fazer.
FAÇAM TUDO POR HUMILDADE:
Ter uma opinião humilde de si mesmo; senso profundo de insignificância (moral); modéstia, humildade, submissão de mente.
Quantos são aqueles hoje que mantém uma falsa humildade dentro do Corpo de Cristo, principalmente quando têm uma forma de agir quando em contacto com o corpo e outra quando ausente.
Santidade a gente manifesta quando se está sozinho.
CONSIDEREM OS OUTROS SUPERIORES A SI MESMOS:
Olhar, observar, contemplar, marcar, fixar os olhos em alguém, dirigir a atenção para alguém, olhar para, prestar atenção em si mesmo.
Quando olhamos sinceramente para nós, vemos quanto o nosso irmão é melhor em todas as suas coisas, inclusive na santidade.
NÃO TENHAM AS SUAS COISAS COMO AS ÚNICAS IMPORTANTES, MAS TAMBÉM A DOS OUTROS:
Hoje sofremos uma crise que eu chamo de crise do egocentrismo.
Até nas coisas ruins nós queremos ter a primazia.
Achamos que somente o que acontece conosco é importante e merece a atenção e o cuidado de todos.
Sabem irmãos, está na hora de ficarmos olhando para o nosso próprio umbigo e tendo tanta compaixão dele próprio e passarmos a olhar para aquilo que na verdade interessa.
O nosso umbigo somente teve uma função e essa já cessou quando nascemos. De lá para cá é somente uma cicatriz, que para nada serve.
OBJETIVO: TER O MESMO SENTIMENTO DE CRISTO:
Era Deus, mas não argumentou com isso.
Antes ele se esvaziou, e nesse esvaziamento tomou algumas formas, para ser o nosso exemplo:
SEMELHANÇA DE HOMENS:
Alguns estão tão cheios de si mesmos que resolveram proceder com altivez e julgamento, considerando-se um “deus”.
O procedimento correto é: você é homem ou mulher, sujeitos a fraquezas e deve entender que os outros também são homens e mulheres, e compreendê-los em suas fragilidades.
Você não é um “deus” ou um deusinho.
Jesus era Deus e não levou isso em consideração no seu procedimento humano.
RECONHECIDO EM FIGURA HUMANA:
Reconheça-se como um ser humano e procure proceder de modo a ser reconhecido como alguém humano.
Não pense que os outros vão olhar para você e achar que viram um “super-homem”. Esse “super-homem” somente existe na fantasia.
Mostre-se inteiramente com a sua fragilidade e sua força humanas, procurando ser aquilo que você realmente é e também procurando em tudo melhorar.
SE HUMILHOU A SI MESMO:
Tornar baixo, rebaixar, ser categorizado abaixo de outros que são honrados ou recompensados, humilhar-se ou rebaixar-se por uma vida humilde, comportar-se de um modo modesto e destituído de toda arrogância.
Quando olhamos para o que muitas vezes fazemos e da forma pela qual nos comportamos, para nos mostrarmos melhores do que os outros, muitas vezes nos tornamos ridículos.
Este não foi o padrão de Jesus Cristo.
TORNOU-SE OBEDIENTE:
Obediente é aquele que escuta.
Penso que hoje seja uma grande crise existencial na Igreja Águas.
As pessoas dizem que são obedientes, mas não escutam os seus líderes.
Aliás, dizem que escutam, mas na verdade fazem somente aquilo que lhes dá vontade de fazer e, na maioria das vezes, nem falam com os seus líderes, para que eles orem por suas vidas e a bênção completa venha sobre todos.
PELO QUE TAMBÉM DEUS O EXALTOU SOBREMANEIRA:
As outras qualidades que o texto fala sobre Jesus são exclusivas Dele (ter o nome acima de todos os nomes e toda língua confessará o nome de Jesus).
Mas nós, se nos humilharmos e procedermos corretamente, seremos exaltados por Deus.
Aps. Osvaldo e Alice Bertoni
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Série: Carta aos Filipenses
domingo, 5 de dezembro de 2004
Carta de Paulo aos Filipenses 3/9
O EVANGELHO DEVE SER VIVIDO DE MODO DIGNO
INTRODUÇÃO:
Paulo ensina aqui, de uma forma muito clara, um procedimento que os discipuladores devem ter com os seus discípulos.
Ele deveria estar cansado da prisão e de todos os sofrimentos chegando a conjecturar na possibilidade de deixar este mundo e ir viver com Jesus na eternidade.
Mas por causa dos discípulos (mas, por vossa causa) ele repensava o assunto e preferiria continuar a realizar a obra de Deus. Qual tem sido o nosso posicionamento?
Paulo começa então a dissertar a respeito de vivermos de um modo que dignifique o Evangelho de Cristo.
VIVEI, ACIMA DE TUDO, POR MODO DIGNO DO EVANGELHO DE CRISTO:
Como é esse viver?
Como preâmbulo ele diz que esse modo de viver deve ser acima de tudo, de todas as coisas, de todos os nossos interesses próprios.
Primeiramente termos um comportamento adequado aos padrões da Palavra de Deus em todos os momentos, seja na frente do nosso discipulador ou estando ele ausente.
Em cima dessa premissa ele destaca quatro procedimentos que se esperam de alguém que esteja vivendo por modo digno do Evangelho de Cristo.
FIRMES EM UM SÓ ESPÍRITO:
No texto grego o sentido exato é permanecer firme, perseverar, persistir e manter a posição de disposição que preenche e governa a nossa alma.
Devemos pensar uniformemente com relação ao Evangelho.
Estar ou ficar firmes em um só espírito é condição para dar dignidade ao nosso modo de viver o Evangelho.
Toda divisão é confusão e torna indigno o nosso modo de viver o Evangelho.
FIRMES COMO UMA SÓ ALMA:
Não somente em nível de espírito, mas também na nossa forma de termos domínio próprio e conservarmos nosso comportamento da maneira que os que olham para o Evangelho venham a ser inspirados a abraçá-lo.
Temos que manter nosso equilíbrio emocional e comportamental.
LUTANDO JUNTOS PELA FÉ EVANGÉLICA:
Temos que nos esforçar uns com os outros para que a nossa luta pela fé evangélica seja mantida.
Temos que avançar na conquista de territórios e isso nos dará sentido de corpo e de estarmos batalhando juntos.
Juntos vamos conquistar para Jesus almas e células, e isso será digno para o Evangelho.
NADA INTIMIDADOS PELO ADVERSÁRIO:
Não devemos nos amedrontar, assustar, ficar atemorizados ou terrificados pelo inimigo, pois temos armas espirituais para vencê-lo.
Quando ousamos enfrentá-lo no nome de Jesus, isto trás ao Evangelho um modo digno de viver.
CONCLUSÃO:
Quando em nosso viver cristão ficamos firmes em um só espírito e alma, lutamos juntos pela implantação verdadeira da fé evangélica e não temos medo do inimigo, isto, segundo Paulo, é prova evidente da nossa salvação, enquanto para os outros é prova evidente de perdição.
Aos que optam por Jesus é oferecida uma graça (e parece que poucos de nós [ou talvez somente Paulo]) achava isso bom: padecer por causa de Cristo e não somente crer Nele, que é outra graça.
Paulo tinha um grande combate em sua vida (no presente momento em que escreveu essa carta estava preso em Roma), mas ele usava esse seu combate como algo para estimular a todos nós.
A vida cristã é feita de lutas.
Devemos procurar vivê-la de forma a tornar cada dia mais digno o Evangelho do Senhor Jesus Cristo.
Aps. Osvaldo e Alice Bertoni
INTRODUÇÃO:
Paulo ensina aqui, de uma forma muito clara, um procedimento que os discipuladores devem ter com os seus discípulos.
Ele deveria estar cansado da prisão e de todos os sofrimentos chegando a conjecturar na possibilidade de deixar este mundo e ir viver com Jesus na eternidade.
Mas por causa dos discípulos (mas, por vossa causa) ele repensava o assunto e preferiria continuar a realizar a obra de Deus. Qual tem sido o nosso posicionamento?
Paulo começa então a dissertar a respeito de vivermos de um modo que dignifique o Evangelho de Cristo.
VIVEI, ACIMA DE TUDO, POR MODO DIGNO DO EVANGELHO DE CRISTO:
Como é esse viver?
Como preâmbulo ele diz que esse modo de viver deve ser acima de tudo, de todas as coisas, de todos os nossos interesses próprios.
Primeiramente termos um comportamento adequado aos padrões da Palavra de Deus em todos os momentos, seja na frente do nosso discipulador ou estando ele ausente.
Em cima dessa premissa ele destaca quatro procedimentos que se esperam de alguém que esteja vivendo por modo digno do Evangelho de Cristo.
FIRMES EM UM SÓ ESPÍRITO:
No texto grego o sentido exato é permanecer firme, perseverar, persistir e manter a posição de disposição que preenche e governa a nossa alma.
Devemos pensar uniformemente com relação ao Evangelho.
Estar ou ficar firmes em um só espírito é condição para dar dignidade ao nosso modo de viver o Evangelho.
Toda divisão é confusão e torna indigno o nosso modo de viver o Evangelho.
FIRMES COMO UMA SÓ ALMA:
Não somente em nível de espírito, mas também na nossa forma de termos domínio próprio e conservarmos nosso comportamento da maneira que os que olham para o Evangelho venham a ser inspirados a abraçá-lo.
Temos que manter nosso equilíbrio emocional e comportamental.
LUTANDO JUNTOS PELA FÉ EVANGÉLICA:
Temos que nos esforçar uns com os outros para que a nossa luta pela fé evangélica seja mantida.
Temos que avançar na conquista de territórios e isso nos dará sentido de corpo e de estarmos batalhando juntos.
Juntos vamos conquistar para Jesus almas e células, e isso será digno para o Evangelho.
NADA INTIMIDADOS PELO ADVERSÁRIO:
Não devemos nos amedrontar, assustar, ficar atemorizados ou terrificados pelo inimigo, pois temos armas espirituais para vencê-lo.
Quando ousamos enfrentá-lo no nome de Jesus, isto trás ao Evangelho um modo digno de viver.
CONCLUSÃO:
Quando em nosso viver cristão ficamos firmes em um só espírito e alma, lutamos juntos pela implantação verdadeira da fé evangélica e não temos medo do inimigo, isto, segundo Paulo, é prova evidente da nossa salvação, enquanto para os outros é prova evidente de perdição.
Aos que optam por Jesus é oferecida uma graça (e parece que poucos de nós [ou talvez somente Paulo]) achava isso bom: padecer por causa de Cristo e não somente crer Nele, que é outra graça.
Paulo tinha um grande combate em sua vida (no presente momento em que escreveu essa carta estava preso em Roma), mas ele usava esse seu combate como algo para estimular a todos nós.
A vida cristã é feita de lutas.
Devemos procurar vivê-la de forma a tornar cada dia mais digno o Evangelho do Senhor Jesus Cristo.
Aps. Osvaldo e Alice Bertoni
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domingo, 28 de novembro de 2004
Carta de Paulo aos Filipenses 2/9
O EVANGELHO SERÁ PREGADO POR PRETEXTO OU POR VERDADE
INTRODUÇÃO:
Essa carta Paulo escreveu de Roma, na prisão, à Igreja de Filipos, para a qual estavam entrando pessoas que ensinavam heresias. e também alguns líderes da Igreja tinham ficado contra Paulo. Ele agradece a ajuda que havia recebido dos irmãos de Filipos e expressa o seu amor por eles. Fala também da confiança, alegria, união e firmeza que devem ser as marcas dos seguidores de Jesus.
As coisas (prisão em Roma com todos os subprodutos) que haviam acontecido a Paulo o levavam a tomar uma posição não de derrotado, mas de vencedor e assim quer ensinar à Igreja.
Aliás, ele transformou a sua adversidade em progresso para o Evangelho.
Ele estava na prisão, mas aproveitou a oportunidade para pregar à guarda pretoriana.
Estamos pregando o Evangelho?
Ou usamos do pretexto da nossa dor para não falarmos de Jesus?
OS QUE DEVEM SER ESTIMULADOS PARA PREGAR O EVANGELHO:
“E a maioria dos irmãos, estimulados no Senhor por minhas algemas, ousam falar com mais desassombro a Palavra de Deus”.
Quando tomamos o posicionamento correto por causa das nossas lutas e das nossas dores, somos fatores de estímulo à maioria de nossos irmãos para que eles falem sem nenhum medo da Palavra de Deus.
A maioria dos irmãos é estimulada pelo nosso bom testemunho e ousadia.
Sempre haverá uma minoria que não se estimula a obedecer à ordem de Jesus e pregar o evangelho.
Esses devem ser entendidos, como minoria e não desprezados.
Mas não podem ser nem o nosso modelo nem o modelo da maioria.
O padrão é falar com desassombro.
Desassombro é afobwv aphobos – sem medo, corajosamente. Conhecemos a palavra fobia (medo). A palavra grega aqui é a negativa de medo.
MOTIVAÇÕES ERRADAS PARA PREGAR O EVANGELHO:
A nossa motivação para pregar o Evangelho deveria ser sempre o amor às vidas, a compaixão.
Paulo, entretanto, acaba fazendo uma afirmativa de que o importante é pregar, pois quem dá o crescimento é Cristo (Filipenses 1:15 a 18).
Inveja: vem de uma palavra grega que quer dizer corromper, destruir; desviar a igreja cristã daquele estado de conhecimento e santidade, no qual ela deve permanecer. Aqui a heresia queria tomar lugar.
Porfia: contenda, disputa, discussão.
Discórdia: no grego significa a propaganda eleitoral ou intriga por um ofício. Aparentemente, no Novo Testamento uma distinção requerida, um desejo de colocar-se acima, um espírito partidário e faccioso que não desdenha a astúcia; sectarismo.
Insinceramente: sem castidade, sem limpeza, sem pureza, sem sinceridade. Esta palavra no latim quer dizer sem cera. É um vaso quebrado que se cola e fecha-se com cera escondendo-se (ou tentando esconder) a rachadura.
MOTIVAÇÕES CORRETAS PARA PREGAR O EVANGELHO:
Amor: agape agape – amor fraterno, de irmão, afeição, boa vontade, amor, benevolência, banquetes de amor.
Boa Vontade: eudokia eudokia – vontade, escolha, boa vontade, bom intento, benevolência, deleite, prazer, satisfação, desejo de prazer em alguma coisa ausente, que facilmente produz desejo por ela.
PREGAR O EVANGELHO POR PRETEXTO OU POR VERDADE:
Pretexto: porfasiv prophasis – pretexto (razão alegada, causa pretendida), show (querer mostrar algo que não é), aparência, dar a impressão de que eles fariam algo, em pretensão, ostensivamente.
Verdade: alhyeia aletheia – objetivamente, que é verdade em qualquer assunto em consideração, de acordo com a verdade, que é verdade em coisas relativas a Deus e aos deveres do ser humano; verdade moral e religiosa, a verdade tal como ensinada na religião cristã, com respeito a Deus e a execução de seus propósitos através de Cristo, e com respeito aos deveres do homem, opondo-se igualmente às superstições dos gentios e às invenções dos judeus, e às opiniões e preceitos de falsos mestres até mesmo entre cristãos, sinceridade de mente, livre de paixão, livre de pretensão, livre de simulação, livre de falsidade, livre de engano.
Paulo diz que o que importa é pregarmos o evangelho.
A motivação fica sendo problema de cada um, mas o Espírito Santo usara a pregação para convencer o pecador do pecado, do juízo e da justiça.
CONCLUSÃO:
Precisamos entender que o propósito de Deus sobre as nossas vidas, aqui na terra é pregar o evangelho.
Isto fica muito claro na carta aos filipenses, pois Paulo diz que se regozija muito ao ver que, independente da motivação errada ou correta o Evangelho deve ser pregado.
Aps. Osvaldo e Alice Bertoni
INTRODUÇÃO:
Essa carta Paulo escreveu de Roma, na prisão, à Igreja de Filipos, para a qual estavam entrando pessoas que ensinavam heresias. e também alguns líderes da Igreja tinham ficado contra Paulo. Ele agradece a ajuda que havia recebido dos irmãos de Filipos e expressa o seu amor por eles. Fala também da confiança, alegria, união e firmeza que devem ser as marcas dos seguidores de Jesus.
As coisas (prisão em Roma com todos os subprodutos) que haviam acontecido a Paulo o levavam a tomar uma posição não de derrotado, mas de vencedor e assim quer ensinar à Igreja.
Aliás, ele transformou a sua adversidade em progresso para o Evangelho.
Ele estava na prisão, mas aproveitou a oportunidade para pregar à guarda pretoriana.
Estamos pregando o Evangelho?
Ou usamos do pretexto da nossa dor para não falarmos de Jesus?
OS QUE DEVEM SER ESTIMULADOS PARA PREGAR O EVANGELHO:
“E a maioria dos irmãos, estimulados no Senhor por minhas algemas, ousam falar com mais desassombro a Palavra de Deus”.
Quando tomamos o posicionamento correto por causa das nossas lutas e das nossas dores, somos fatores de estímulo à maioria de nossos irmãos para que eles falem sem nenhum medo da Palavra de Deus.
A maioria dos irmãos é estimulada pelo nosso bom testemunho e ousadia.
Sempre haverá uma minoria que não se estimula a obedecer à ordem de Jesus e pregar o evangelho.
Esses devem ser entendidos, como minoria e não desprezados.
Mas não podem ser nem o nosso modelo nem o modelo da maioria.
O padrão é falar com desassombro.
Desassombro é afobwv aphobos – sem medo, corajosamente. Conhecemos a palavra fobia (medo). A palavra grega aqui é a negativa de medo.
MOTIVAÇÕES ERRADAS PARA PREGAR O EVANGELHO:
A nossa motivação para pregar o Evangelho deveria ser sempre o amor às vidas, a compaixão.
Paulo, entretanto, acaba fazendo uma afirmativa de que o importante é pregar, pois quem dá o crescimento é Cristo (Filipenses 1:15 a 18).
Inveja: vem de uma palavra grega que quer dizer corromper, destruir; desviar a igreja cristã daquele estado de conhecimento e santidade, no qual ela deve permanecer. Aqui a heresia queria tomar lugar.
Porfia: contenda, disputa, discussão.
Discórdia: no grego significa a propaganda eleitoral ou intriga por um ofício. Aparentemente, no Novo Testamento uma distinção requerida, um desejo de colocar-se acima, um espírito partidário e faccioso que não desdenha a astúcia; sectarismo.
Insinceramente: sem castidade, sem limpeza, sem pureza, sem sinceridade. Esta palavra no latim quer dizer sem cera. É um vaso quebrado que se cola e fecha-se com cera escondendo-se (ou tentando esconder) a rachadura.
MOTIVAÇÕES CORRETAS PARA PREGAR O EVANGELHO:
Amor: agape agape – amor fraterno, de irmão, afeição, boa vontade, amor, benevolência, banquetes de amor.
Boa Vontade: eudokia eudokia – vontade, escolha, boa vontade, bom intento, benevolência, deleite, prazer, satisfação, desejo de prazer em alguma coisa ausente, que facilmente produz desejo por ela.
PREGAR O EVANGELHO POR PRETEXTO OU POR VERDADE:
Pretexto: porfasiv prophasis – pretexto (razão alegada, causa pretendida), show (querer mostrar algo que não é), aparência, dar a impressão de que eles fariam algo, em pretensão, ostensivamente.
Verdade: alhyeia aletheia – objetivamente, que é verdade em qualquer assunto em consideração, de acordo com a verdade, que é verdade em coisas relativas a Deus e aos deveres do ser humano; verdade moral e religiosa, a verdade tal como ensinada na religião cristã, com respeito a Deus e a execução de seus propósitos através de Cristo, e com respeito aos deveres do homem, opondo-se igualmente às superstições dos gentios e às invenções dos judeus, e às opiniões e preceitos de falsos mestres até mesmo entre cristãos, sinceridade de mente, livre de paixão, livre de pretensão, livre de simulação, livre de falsidade, livre de engano.
Paulo diz que o que importa é pregarmos o evangelho.
A motivação fica sendo problema de cada um, mas o Espírito Santo usara a pregação para convencer o pecador do pecado, do juízo e da justiça.
CONCLUSÃO:
Precisamos entender que o propósito de Deus sobre as nossas vidas, aqui na terra é pregar o evangelho.
Isto fica muito claro na carta aos filipenses, pois Paulo diz que se regozija muito ao ver que, independente da motivação errada ou correta o Evangelho deve ser pregado.
Aps. Osvaldo e Alice Bertoni
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domingo, 21 de novembro de 2004
Carta de Paulo aos Filipenses 1/9
O EVANGELHO ACONTECE ATRAVÉS DE COOPERAÇÃO, AMOR, PLENO CONHECIMENTO E PERCEPÇÃO
INTRODUÇÃO:
A carta é dirigida a Filipos (palavra plural de Filipe) e tem pluralidade de endereço.
Filipos - filippoi philippoi – "amante de cavalos" - cidade da Macedônia, localizada na costa ou próximo da costa norte do mar Ageu, entre os rios Strimon e Nesto, e as cidades de Neápolis e Anfípolis. Temos entendido que o amante de cavalos é um guerreiro no reino do espírito.
Por ser plural atinge a todos da igreja: discípulos, bispos e diáconos.
Discípulos: todos os santos;
Bispos: episkopov episkopos – supervisor, pessoa encarregada de verificar se aqueles sob a sua supervisão estão fazendo corretamente o que têm que fazer, curador, guardião ou superintendente, líder (de células).
Diáconos: diakonov diakonos - alguém que executa os pedidos de outro, espécie de um mestre, servo, atendente, ministro, o servo de um rei, alguém que, em virtude do ofício designado a ele pela igreja, cuida dos pobres e tem o dever de distribuir o dinheiro coletado para uso deles, garçom, alguém que serve comida e bebida.
COOPERAÇÃO:
Cooperação no evangelho é algo a ser devidamente considerado.
Todo o trabalho é voluntário e de cooperação.
Cooperação: koinwnia koinonia - fraternidade, associação, comunidade, comunhão, participação conjunta, relação, a mão direita como um sinal e compromisso de comunhão (em cumprimento ao ofício apostólico), oferta dada por todos, coleta, contribuição, que demonstra compromisso e prova de comunhão.
Paulo dava graças a Deus pela cooperação no evangelho.
Eu quero dar graças a Deus pelas suas vidas e pela cooperação que têm dado ao Evangelho.
Esta cooperação é produto de três sentimentos que deve permear a vida dos cristãos: amor, pleno conhecimento e percepção.
AMOR:
Amor é a mola propulsora de toda o Evangelho.
Jesus se deu por nós por causa do amor.
Deus mandou o seu Filho Unigênito por causa do amor.
O amor que Paulo cita é agaph agape – amor fraterno, de irmão, afeição, boa vontade, amor, benevolência, banquetes de amor, amor sacrificial, como Cristo nos amou.
O Espírito Santo, por causa do amor, faz banquetes de amor conosco, estando todos os dias conosco, até à consumação dos séculos, conforme promessa feita por Jesus.
Nada acontece na Igreja e no Evangelho e também para a sua propagação se não tivermos amor.
Esse amor é o amor sacrificial que Jesus demonstrou por nós na cruz do calvário.
Sempre teremos algum sacrifício para viver e permanecer no Evangelho.
A nossa cooperação passará por um amor sacrificial.
PLENO CONHECIMENTO:
Para cooperarmos com o Evangelho temos que ter pleno conhecimento das coisas que estão inseridas no Evangelho, através da Palavra de Deus.
Pleno conhecimento: epignwsiv epignosis – conhecimento preciso e correto usado no Novo Testamento para o conhecimento de coisas éticas e divinas.
A cooperação é esperada de nós no Evangelho e temos que adquirir conhecimento das coisas inerentes ele.
A Escola de Líderes é excelente auxiliar na obtenção do conhecimento.
PERCEPÇÃO:
Não podemos estar alienados dentro do Evangelho.
É necessário que entendamos as verdades do Evangelho e as pessoas que estão ao nosso redor.
Percepção: aisyhsiv aisthesis – percepção, não apenas pelos sentidos, mas pelo intelecto, entender com a mente, conhecimento, discernimento moral em assuntos éticos.
CONCLUSÃO:
A expectativa de Paulo era que o Evangelho fosse algo tremendo e experimentável na vida de todos.
Ele então diz quatro coisas muito importantes:
Aprovardes (com sentido de provar a bênção): dokimazw dokimazo - testar, examinar, provar, verificar (ver se uma coisa é genuína ou não), como metais, reconhecer como genuíno depois de exame, aprovar, julgar valioso.
Sinceros: (com sentido de aprovarmos algo com sinceridade): eilikrinhv heilikrines - puro, sincero, imaculado, achado puro quando aberto e examinado a luz do sol.
Inculpáveis (com sentido de nos posicionarmos corretamente mediante o pecado): aproskopov aproskopos – o que nada tem para bater contra ou fazer tropeçar, que não causa tropeço, um caminho plano que não conduz os outros ao pecado pelo modo de vida que leva, que não bate contra ou faz tropeçar, não arrastado ao pecado, sem culpa, sem ofensa, não perturbado por uma consciência de pecado.
Fruto de justiça: trabalho, ação ou obra de integridade; virtude; pureza de vida; justiça; pensamento, sentimento e ação corretos.
Aps. Osvaldo e Alice Bertoni
INTRODUÇÃO:
A carta é dirigida a Filipos (palavra plural de Filipe) e tem pluralidade de endereço.
Filipos - filippoi philippoi – "amante de cavalos" - cidade da Macedônia, localizada na costa ou próximo da costa norte do mar Ageu, entre os rios Strimon e Nesto, e as cidades de Neápolis e Anfípolis. Temos entendido que o amante de cavalos é um guerreiro no reino do espírito.
Por ser plural atinge a todos da igreja: discípulos, bispos e diáconos.
Discípulos: todos os santos;
Bispos: episkopov episkopos – supervisor, pessoa encarregada de verificar se aqueles sob a sua supervisão estão fazendo corretamente o que têm que fazer, curador, guardião ou superintendente, líder (de células).
Diáconos: diakonov diakonos - alguém que executa os pedidos de outro, espécie de um mestre, servo, atendente, ministro, o servo de um rei, alguém que, em virtude do ofício designado a ele pela igreja, cuida dos pobres e tem o dever de distribuir o dinheiro coletado para uso deles, garçom, alguém que serve comida e bebida.
COOPERAÇÃO:
Cooperação no evangelho é algo a ser devidamente considerado.
Todo o trabalho é voluntário e de cooperação.
Cooperação: koinwnia koinonia - fraternidade, associação, comunidade, comunhão, participação conjunta, relação, a mão direita como um sinal e compromisso de comunhão (em cumprimento ao ofício apostólico), oferta dada por todos, coleta, contribuição, que demonstra compromisso e prova de comunhão.
Paulo dava graças a Deus pela cooperação no evangelho.
Eu quero dar graças a Deus pelas suas vidas e pela cooperação que têm dado ao Evangelho.
Esta cooperação é produto de três sentimentos que deve permear a vida dos cristãos: amor, pleno conhecimento e percepção.
AMOR:
Amor é a mola propulsora de toda o Evangelho.
Jesus se deu por nós por causa do amor.
Deus mandou o seu Filho Unigênito por causa do amor.
O amor que Paulo cita é agaph agape – amor fraterno, de irmão, afeição, boa vontade, amor, benevolência, banquetes de amor, amor sacrificial, como Cristo nos amou.
O Espírito Santo, por causa do amor, faz banquetes de amor conosco, estando todos os dias conosco, até à consumação dos séculos, conforme promessa feita por Jesus.
Nada acontece na Igreja e no Evangelho e também para a sua propagação se não tivermos amor.
Esse amor é o amor sacrificial que Jesus demonstrou por nós na cruz do calvário.
Sempre teremos algum sacrifício para viver e permanecer no Evangelho.
A nossa cooperação passará por um amor sacrificial.
PLENO CONHECIMENTO:
Para cooperarmos com o Evangelho temos que ter pleno conhecimento das coisas que estão inseridas no Evangelho, através da Palavra de Deus.
Pleno conhecimento: epignwsiv epignosis – conhecimento preciso e correto usado no Novo Testamento para o conhecimento de coisas éticas e divinas.
A cooperação é esperada de nós no Evangelho e temos que adquirir conhecimento das coisas inerentes ele.
A Escola de Líderes é excelente auxiliar na obtenção do conhecimento.
PERCEPÇÃO:
Não podemos estar alienados dentro do Evangelho.
É necessário que entendamos as verdades do Evangelho e as pessoas que estão ao nosso redor.
Percepção: aisyhsiv aisthesis – percepção, não apenas pelos sentidos, mas pelo intelecto, entender com a mente, conhecimento, discernimento moral em assuntos éticos.
CONCLUSÃO:
A expectativa de Paulo era que o Evangelho fosse algo tremendo e experimentável na vida de todos.
Ele então diz quatro coisas muito importantes:
Aprovardes (com sentido de provar a bênção): dokimazw dokimazo - testar, examinar, provar, verificar (ver se uma coisa é genuína ou não), como metais, reconhecer como genuíno depois de exame, aprovar, julgar valioso.
Sinceros: (com sentido de aprovarmos algo com sinceridade): eilikrinhv heilikrines - puro, sincero, imaculado, achado puro quando aberto e examinado a luz do sol.
Inculpáveis (com sentido de nos posicionarmos corretamente mediante o pecado): aproskopov aproskopos – o que nada tem para bater contra ou fazer tropeçar, que não causa tropeço, um caminho plano que não conduz os outros ao pecado pelo modo de vida que leva, que não bate contra ou faz tropeçar, não arrastado ao pecado, sem culpa, sem ofensa, não perturbado por uma consciência de pecado.
Fruto de justiça: trabalho, ação ou obra de integridade; virtude; pureza de vida; justiça; pensamento, sentimento e ação corretos.
Aps. Osvaldo e Alice Bertoni
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